
Portugal · Fadista
Cláudia Zarro
Fado tradicional · contemporâneo
Percurso2010 — presente
ReferênciaReCente
Disponibilidade, formação, formato e condições são confirmados para cada proposta.
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Portugal · Fadista
Fado tradicional · contemporâneo
Percurso2010 — presente
ReferênciaReCente
Disponibilidade, formação, formato e condições são confirmados para cada proposta.
Apresentação
Entre a Nazaré e o Ribatejo, Cláudia Zarro encontra no fado uma forma de cantar os lugares, o mar e a vida quotidiana. A terra natal e a região que adotou entram num repertório em que as palavras ajudam a desenhar uma identidade. Em “ReCente”, a escrita da própria fadista aproxima-se da interpretação de outros autores, abrindo um diálogo entre tradição e canção. Para auditórios e ciclos de música portuguesa, a proposta pode oferecer uma escuta centrada na voz e no sentido dos textos. É também um convite a descobrir como referências muito concretas — uma paisagem, uma memória, um modo de falar — podem ganhar expressão musical e tornar-se reconhecíveis por quem as escuta.
Carreira
O percurso de Cláudia Zarro no fado começou em 2010, depois de vencer o concurso amador dos Amigos do Fado de Tomar. Em 2024, recebeu o Prémio de Melhor Interpretação no Festival Nacional da Canção Rural, em representação do Cartaxo. O primeiro álbum, “ReCente”, foi apresentado no Centro Cultural do Cartaxo em janeiro de 2025, com sete músicos a acompanhar a voz, e chegou às plataformas digitais com dez temas. “Nazaré”, “Rouxinol do Ribatejo” e “O Sabor do Fado” situam algumas das referências geográficas e musicais do disco. Reunindo palavras da própria fadista e interpretações de outros autores, este trabalho dá forma discográfica ao encontro entre as suas raízes, a experiência de intérprete e a vontade de contar histórias pela canção.
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